sábado, 21 de julho de 2012

21/07/2012 |15h41min

Vindo de Macapá: Homem acusado de ter assassinado empresário no lixão de Mari chega hoje a João Pessa


Desembarcará às 15h25 deste sábado no aeroporto Castro Pinto em Bayeux, no vôo 1792 da Gol, vindo da cidade de Macapá, Walter de Oliveira Dias, recambiado por policiais paraibanos que cumpriram mandado de prisão expedido pela justiça da Comarca de Cruz do Espírito Santo.
Ele é apontado como o executor do  empresário Sebastião Cirilo Rocha Neto, dono de uma das maiores empresas de reciclagem do nordeste, fato ocorrido no dia 16 de outubro de 2011, num caso que envolve triângulo amoroso, disputa por herança milionária e recebimento de seguro de vida.
A viúva da vítima Adriene Tavares e o seu amante Renato Oliveira, também foram denunciados pelo Representante do Ministério Público da Comarca de Cruz do Espírito Santo, pela prática de homicídio qualificado, à traição, de emboscada e em concurso de pessoas.
Segundo a peça acusatória, Sebastião foi atingido por tiros fatais de arma de fogo disparados por Walter, que teria sido contratado pela esposa da vítima e seu amante Renato Oliveira, gerente da referida empresa. O fato se deu na localidade conhecida por Cober, na zona rural da referida cidade.
Herança e seguro de vida milionários
O trio sabia ainda que Sebastião disputava judicialmente uma herança de 100 milhões de reais, bem como havia feito um seguro de vida em nome da esposa, no valor de um milhão e quinhentos mil reais. O executor, identificado por Walter de Oliveira Dias, além de primo de Renato, é foragido da justiça e já havia tido prisão preventiva decretada contra si, pela prática de outro homicídio anterior a este que vitimou Sebastião.
Em sua denúncia, o promotor de justiça Jeaziel Carneiro destacou o modus operandi do assassino:   “o executor aproveitou-se do elemento “surpresa” para praticar  a empreitada criminosa, agindo inesperadamente contra o ofendido, e de forma previamente calculada, demonstrando não apenas frieza, mas sendo notório o fato que tratava-se de um crime detalhadamente planejado”. Após o crime, Walter foi amparado por Renato em sua residência, antes de evadir-se do distrito da culpa.

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